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ConhecimentoHumanidade

Nova entrega de conteúdo e publicidade digital

Por 27/08/2017dezembro 12th, 2021Nenhum comentário

Desde o começo da publicidade, da divulgação boca a boca, dos cartazes pintados a mão, da grande era das agências publicitarias americanas (os MadMens), até os tempos modernos digitais, a comunicação foi difundida no modo de atingir e convencer, e converter maior quantidade de pessoas… mas isso mudou, e muito!

O começo

A divulgação de um produto ou serviço, sempre existiu; desde os tempos de quando a alguém produz algo e quer oferecer aos outros, até os dias de hoje. Nos primórdios ainda não existia o conceito definido de publicidade, propaganda ou marketing, porém o ato de divulgar e principalmente do convencimento está em nossa história a muito tempo.

Os egípcios já “contratavam” cidadãos para suas obras monumentais, os gregos possuíam artistas plásticos renomados concorridos entre a elite, os chineses artesãos aclamados pelas armas de guerra… até esse período o reconhecimento vinha de sua maioria pelos trabalhos realizados, reconhecimento e renome criado pelo produtor. O período romano católico começou a mudar esse aspecto, onde eram vendidos e comprados itens sagrados católicos aos milhares. “Esta lasca de madeira era da cruz de Cristo”, “Tenho aqui o sangue de Maria”. É óbvio que charlatões sempre existiram, porém esta foi a época do entendimento arcaico que venda com argumento funciona.

A partir de então a divulgação começa a ganhar forma e é onde nossa história começa a ganhar embasamento, a idade média europeia. Nesse período é onde podemos ver os primórdios da publicidade moderna sendo formada

Antigamente propaganda era pensada somente no consumo; vender, vender, vender. Chocolate de cigarro, mulher cuidando da familia e em casa, coca-cola um xarope mágico, compre tablets de cocaina para seu humor! Qualquer artimanha para empurrar o produto para compra era utilizada; qualidade, pesquisa, veracidade? Pra que se importar? Vender é o importante.

Grande era das Agencias Publicitárias

A menina dos olhos para publicidade foi iniciado nos anos 50.

O termo MadMen, foi criado pelos próprios publicitários que na época, trabalhavam nas agências situadas ao redor da Madson Avenue em Nova York.

Empresas de diversos segmentos contratavam os serviços das agências publicitárias, que estavam crescendo de forma exponencial em Nova York, e se posicionando como uma forma inovadora e criativa para divulgação em massa de variados produtos. A formação das equipes que lideravam a criação era simples, composta por um gestor criativo, um redator, um ilustrador e um pesquisador; dessa formação saiam as peças de divulgação que seriam veiculadas.

Desde meados dos anos 20, a criação de anúncios feita através de agências publicitárias já estava difundida. É importante lembrar que até o momento a ilustração era a forma mais utilizada para produzir uma peça, sempre definida e com a palavra final do criativo.

As criações eram em sua maioria tendenciosas, ilusórias, inverídicas e preconceituosas; não se importando com a veracidade do divulgado. Eram comuns anúncios rebaixando a posição feminina, exibindo-as como dona de casa e capachas das vontades masculinas.

Kellogg’s (1930)

Chase & Sanborn (1950)

As criações não tinham escrúpulos, utilizando-se de qualquer artimanha para conseguir vender os produtos anunciados, de mentiras a falsos-benefícios elas utilizavam até crianças como foco para venda.

Camel (1940)

7up (1950)

Marlboro (1950)

Desde o começo foi criado o péssimo hábito das contratantes de gerar concorrência entre as agências, através do ato de antes da contratação pedir a criação da ideia a qual aquela agência iria seguir. Esta prática segue até hoje, mesmo caindo em desuso, muitas empresas ainda pedem a criação de uma ideia antecipada a contratação, para escolha entre os resultados apresentados entre as agências. Esse tipo de ato, visto como antiético e não aceito por muitas agências, é ilógico. Podemos comparar com o exemplo de você chegar em um supermercado, pedir para provar todos os refrigerantes e somente depois decidir qual comprar. O trabalho de um profissional de criação é sério e deve ser remunerado como tal. Afinal, você não pega um táxi de graça e somente depois decide se irá pagar se gostar do serviço, concorda?

Revolução do marketing

Com o passar dos anos e a introdução dos novos meios de divulgação, como a TV e o rádio, as criações começaram a ficar mais elaboradas com pensamentos e estratégias no comportamento humano. Estudos sobre os fatores sobre a decisão de compra entraram em lugar, como utilização de cores, texto e roteiros, exposição das peças e pensamento em campanhas unificadas. O produto não só passou a ser divulgado de forma verdadeira como também articulado para maior possibilidade de compra, levando em consideração não só a divulgação, mas também o design do produto em si, que se tornou mais atrativo aos consumidores.

A Apple foi um dos grandes percursores desse pensamento, revolucionando no design dos computadores, utilizando-se do design inovador para alavancar as vendas e o desejo de possuir uma peça “de arte” em sua casa.

O entendimento dos estudos de consumo e beleza foi essencial para a aproximação dos compradores com a marca.

Este conteúdo ainda se encontra em desenvolvimento, volte mais tarde para acompanhar seu progresso.

Digital thinker, spacetime enthusiast, human-life philosopher, techno lover, love all-art-kinds and believes that AGI's cames for bettering the world. Work for a digital world made for humans, one qubit at a time.

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